Fibropapilomatose em Tartarugas Marinhas

Atualizado: 20 de jul. de 2020

A fibropapilomatose é uma doença debilitante caracterizada por múltiplos tumores cutâneos, dividido em três lesões proliferativas: papilomas cutâneos, fibromas e fibropapilomas. Esses tumores ficam localizados ao redor do pescoço, boca, nadadeira, cavidade oral, regiões inguinal e axilar. Também foram encontrados em órgãos internos, como fígado, rins, pulmões e trato gastrointestinal, acarretando patologias secundárias, como anemia regenerativa, cegueira, locomoção ou visão. O tamanho, a localização e o número de tumores podem contribuir para o enfraquecimento progressivo e eventual morte das tartarugas marinhas.

As massas tumorais têm uma variação de tamanho de 0,1 a 30 cm de diâmetro. São classificadas como: “A” quando possui tamanho menor que 1cm; “B” quando possui o tamanho entre 1 e 4 cm; “C” quando possui o tamanho maior que 4 cm até 10 c; “D” quando são maiores que 10 cm. Os tumores de fibropapilomatose são classificados por escores que variam de 0-3, sendo: (0) não afetados, (1) levemente afetados, (2) moderados e (3) e fortemente afligidos (WORK, 1999).

Seguindo a escala, Karjian (2013) as tartarugas com pontuação “3” do tumor devem ser realizada a eutanásia; aquelas com pontuações de tumor “1 ou 2" devem ser tratadas, dependendo das condições concomitantes, tratamentos disponíveis, progressão de caso e a capacidade de quarentena. Os motivos mais consistentemente aplicados para a eutanásia dos pacientes com fibropapilomatose com tumor bilateral das córneas (resultando em cegueira), ou presença de tumores internos (KARJIAN, 2013).

A fibropapilomatose afeta todos as tartarugas marinhas incluindo as espécies encontradas nas costas brasileiras: Caretta caretta (tartaruga-cabeçuda), Eretmochelys imbricata (tartaruga-de-pente), Lepidochelys olivacea (tartaruga-oliva), Dermochelys coriacea (tartaruga-de-couro) e Chelonia mydas (tartaruga-verde), sendo esta , a principal representante da maior população de tartarugas marinhas no Brasil (FILIPPINI, 1988).

A União Internacional para a Conservação da Natureza considera que as tartarugas verdes estão em perigo de extinção. Apesar de estarem protegidas pela CITES (Convenção sobre Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção) e também pela legislação ambiental brasileira, lei nº 9605 de 12/02/98 do IBAMA, um diagnóstico incorreto e consequente tratamento, pode comprometer a preservação da espécie (IUCN, 2010).


HISTÓRICO


A fibropapilomatose foi observada primeiramente em 1936, no aquário de New York em uma tartaruga-verde adulta trazida de Key West, Flórida, EUA.(SMITH; COATES,1938). No mesmo ano foi descrito em uma tartaruga-verde capturada em Cape Sable com presença de tumores (LUCKES,1938).

Em 1958 foi relatado em fêmeas na Indonésia, Sarawak e Malásia (HEDRICKSON, 1958). O primeiro registro da enfermidade foi no Havaí em 1958 em uma tartaruga-verde, mas a sua prevalência tem aumentado nas últimas décadas. No Brasil, o primeiro registro da doença foi em 1986 no estado do Espirito Santo, região desde então endêmica para a doença. Desde então, foi observada fequentemente em áreas de alimentação (AGUIRRE et al. 2004).

A variação geográfica da doença tem alta prevalência em tartarugas que tem seu habitat forrageiro, a qual poderia permitir ou favorecer a exposição a agentes promotores tumorais e poluentes (ARTHUR e al., 2008).

Além dos relatos na tartaruga-verde, a doença já foi documentada em outras três espécies de tartarugas marinhas encontradas na costa brasileira como, a tartaruga-oliva, tartaruga-cabeçuda e tartaruga-pente (HERBTS, 1994).


EPIDEMIOLOGIA


A fibropapilomatose acomete animais juvenis e adultos. Sendo os jovens mais afetados pela doença, tendo lesões mais extensas, com isso o número de indivíduos adultos doentes é menor, o que leva a acreditar que a maioria dos animais afetados deve morrer antes de atingir a idade adulta segundo Ehrat (1991). Além da

longevidade da espécie, a doença impede que as tartarugas cheguem a fase reprodutiva, dificultando a luta contra a extinção.

A doença vem sendo observada nos Oceanos Atlântico, pacifico e Indico, com distribuição nas áreas tropicais por todo o mundo. Tartarugas que habitam aguas costeiras e áreas com grande concentração humana, tem a maior ocorrência de fibropapilomatose do que indivíduos que vivem em aguas profundas e distantes da costa. (GEORGE, 1997)

No Brasil, o Projeto Tamar-IBAMA constitui-se em vinte bases de campo, em oito Estados brasileiros, fazendo a monitorização e a ocorrência da doença no litoral e ilhas oceânicas (Baptistotte e Werneck, 2004).


ETIOPATOGENIA


O Projeto Tamar – Base de Ubatuba – SP juntamente com FMVZ - USP fizeram uma pesquisa com cultura de sangue de lesões cirúrgica, secreção ocular e saliva das tartarugas acometidas pelo fibropapilomatose e obtiveram resultados para positivo para herpesvirus (MATUSHIMA et al, 2001).

Várias famílias de vírus como Herpesviridae, Papoviridae, Poxviridae, Adenoviridae e Retroviridae são conhecidas por lesões proliferativas e tumores (HERBST et al., 1998; ORÓS et al., 1998).

O fator etiológico primário é um agente infeccioso, uma vez que os tumores podem ser transmitidos a animais não afetados através da inoculação de homogeneizados celulares de fibropapilomas. As partículas virais sugestivas de herpesvirus foram observadas em fibropapilomas de tartarugas (JACOBSON et al.,1991).

A presença das sequencias virais confirmada por PCR em tempo real, tanto em animais com lesões características das fibropapilomas quanto na pele de animais aparentemente saudáveis, sugere que a progressão das lesões seja multifatorial e envolve potencialmente a fase de promoção ou fase de desenvolvimento tumoral (DUARTE et al., 2012).

O modo de transmissão em vida livre não está totalmente elucidado. Portanto, é de suma importância a determinação de duas questões: em que fase do ciclo de vida das tartarugas infetadas e em que localização geográfica ocorre a infecção (ENE et al., 2005).

Os sinais clínicos da doença apresentam um quadro agudo, podendo se tornar latente e permanecer durante o resto da vida do animal, ou até que o hospedeiro esteja suficientemente estressado para que o vírus se manifeste e induza a doença (HOFF; HOFF,1984). Entretanto, a fibropapilomatose está relacionada a situações que comprometem o sistema imunológico das tartarugas (HERBST,1994). Por outro lado, fatores ambientais como raios ultravioletas e agentes químicos podem causar alterações no sistema imunológico ou terem efeitos carcinogênicos (WEISBURGER,1989; ANANTHASWAMY; PIERCEALL,1990).

São poucas as informações referentes a poluentes químicos na etiopatogenia da doença, assim como definir quais concentrações poderiam ter algum efeito sobre as tartarugas marinhas.


DIAGNÓSTICO


O diagnóstico pode ser realizado com a visualização das massas tumorais, a tartaruga afetada, apresenta rachaduras na carapaça e no plastrão tornando-os menos rígidos (NORTON; JACOBSON; SUNDBERG, 1999), mas deve haver confirmação por analise histopatológica após a biopsia (punção cutânea para obtenção de amostra superficial); biópsia por agulha Tru-cut (utilizada para a obtenção de amostras representativas de massas maiores) ou biópsia em cunha (retirada completa do tumor) (Peterson e Couto, 1998). Tumores internos podem ser diagnosticados por radiografias, ressonância magnética, laparoscopia ou à necropsia. As tartarugas que são acometidas pela fibropapilomatose têm prognostico reservado. A histologia confirma o diagnóstico, por uma proliferação estromal e epidermal hiperplásica, degeneração e necrose de queratinócitos e frequentes inclusões citoplasmáticas eosinofílicas, ovos semelhantes a espirorquídeos na derme sob os fibropapilomas também têm sido bastante relatados (SHUMACHER, 1996; MATUSHIMA, 2003; BRITO et al., 2004; CHAVES 2013).

Na macroscopia os tumores de fibropapilomatose varia de liso a couve-flor. Podendo ser intensamente pigmentados, chegando a ser da cor branca, cor-de-rosa, vermelha, cinzenta, roxa ou preta. Podem variar de tamanho e as maiores podem estar ulceradas ou necrosadas (RHODES, 2005). Histologicamente, os papilomas exibiam proliferação estromal hiperplásica e proliferação epidermal. As células epiteliais apresentavam alterações nucleares sugestivas de infecção viral e pleomorfismo nuclear severo (CUBAS et al., 2007).

O perfil hematológico mostra a diminuição no número de linfócitos, eosinófilos e basófilos, aumento de heterofilos e monócitos e hipoproteinemia (CRAY et al., 2001). O aumento do número de monócitos pode ser atribuído pela inflamação crônica causada pela gravidade do tumor. A heterofilia e a linfopenia foram atribuídas pelo estresse e imunossupressão causados pela doença. Podendo apresentar o quadro de anemia não regenerativa que também pode ser causada pela infecção por hemoparasitas (ADNYANA; LADDS; BLAIR, 1997; WORK; BALAZS, 1999).

Exames clínico-laboratoriais costumam evidenciar hipocromia, hipoproteinemia, hipoalbuminemia, elevação de enzimas hepáticas e desequilíbrio

na porção cálcio e fósforo, indicadores de condições crônicas ou patológicas devido a uma resposta inadequada do organismo (NORTON et al, 1990; MENESES et al., 1993; AGUIRRE et al., 1995; WORK E BALAZS, 1999; MATUSHIMA.


TRATAMENTO


O tratamento constitui-se na retirada cirúrgica dos tumores, porém, a anestesia geral e o procedimento invasivo são fatores de risco aos animais debilitados, a cicatrização lenta dos répteis torna-os suscetíveis a infecções secundárias e os altos índices de recidivas são constantemente evidenciados (BRUNNER, 2014). Entretanto, a devolução dos animais acometidos ao seu hábitat parece contribuir para a disseminação da doença no ambiente aquático, devido seu caráter epidemiológico. Tartarugas que apresentam fibropapilomas pequenos conseguem se recuperar espontaneamente, mas a principal estratégia de tratamento para preservar as tartarugas marinhas, é utilizada a remoção cirúrgica (KNÖBL, 2011). A excisão tumoral pode ser realizada com aplicação de cautério ou laser, auxiliando da diminuição neoplásica e estancagem imediata do sangramento. Tendo como associação, administração de lisina, antivirais e neutracêuticos ajudam a diminuir os riscos de recidivas. A taxa da sobrevivência de tartarugas verdes após a cirurgia para remoção dos tumores está acima de 90 por cento (MATUSHIMA et al., 2001). A quimioterapia também pode ser utilizada, envolvendo a aplicação de um agente químico danificando o tecido neoplásico e proliferativo. É usada com intenção curativa ou paliativa, melhorando a qualidade de vida em curto prazo, porém acaba sendo menos eficaz em tumores maiores em decorrência da impossibilidade de atingir concentrações sistêmicas suficientes para se tratar doença metastática. Por outro lado, quando os quimioterápicos são aplicados localmente associados às demais terapias provam ter maior efetividade. Antibióticos antitumorais (bleomicina), agentes de platina (cisplatina), inibidores de tirosina quinase receptora são demonstrados eficazes por alguns autores. A terapia suporte tem um papel fundamental para pacientes com fibropapiloma grave, que se apresentam imunossuprimidos, incluindo sinais de caquexia, letargia e anemia (WORK, 2001). Existem outros métodos convencionais como a criocirurgia, que ajuda a estimular o sistema imune da tartaruga e regredir o tumor. Agentes de congelação 17 como óxido nitroso ou nitrogênio líquido são usados para ablação de tumores superficiais, resultando na destruição local das células e tecido, através de uma série de reações como alterações osmóticas, dano às membranas celulares e à microcirculação da pele. Porém, em grandes tumores e regiões delicadas não é tão eficaz. A eletroquimioterapia tem sido utilizada também em tratamentos de neoplasias epiteliais em várias espécies animais (BRUNNER, 2013). Sendo uma combinação de quimioterapia e eletroporação, conduzindo uma série de impulsos elétricos que aumentam a permeabilidade da membrana e ao transporte dos antineoplásicos através da membrana celular (LEBAR, 2002). Os fármacos mais utilizados são bleomicina e cisplatina e podem ser administrados por via intravenosa ou intralesional, dependendo do tamanho do tumor e o número de lesões. Acaaba sendo eficiente em tumores cutâneos e subcutâneos independentemente da origem histológica. A eletroquimioterapia tem as suas desvantagens que incluem associação essencial de anestésicos locais, devido aos impulsos elétricos dolorosos, resposta demorada à terapia e o desconhecimento das doses dos agentes com essas espécies. Para analgesia ambulatorial, são comumente usados tramadol e antiinflamatórios não esteroidais. A lidocaína e outros anestésicos locais também merecem consideração pelo uso em répteis submetidos a remoção em massa. (CHRISTMAN, 2016) Além do suporte nutricional, a terapia fluida, tratamento de infecções secundárias ou outras condições, como minimização do estresse durante o cativeiro, limpeza e desbridamento de lesões traumáticas externas e correção de anormalidades flutuantes (lesão pulmonar ou impactação gastrointestinal) podem ser utilizadas conforme necessário.


CONSIDERAÇÕES FINAIS


A fibropapilomatose é uma patologia de grande importância na preservação das tartarugas marinhas, principalmente a tartaruga-verde. Esta doença afeta a capacidade de locomoção, visão, respiração, alimentação e podendo levar o animal a óbito. A doença ainda não tem informações precisas, as vias de transmissão e de que maneira as tartarugas são acometidas, a etiologia está fortemente relacionada à causa viral, associada a um herpesvirus. Sem descartar que fatores ambientais como raios ultravioletas e agentes químicos podem causar alterações no sistema imunológico ou terem efeitos carcinogênicos nos animais acometidos. A remoção cirúrgica dos tumores tornou-se eletiva nos últimos anos como sendo a única forma de tratamento, e nos dias de hoje, já são utilizados outros métodos convencionais como a criocirurgia, eletroquimioterapia e a quimioterapia que aumentam as chances de salvar as tartarugas marinhas. É possível concluir que o aumento da incidência da fibropapilomatose pode representar uma ameaça à preservação das tartarugas marinhas.


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