Como a vida começou? Evolução ou Criação?

Atualizado: 4 de jun. de 2020

Quando você era criança, é provável que tenha deixado seus pais surpresos com a pergunta: “De onde vem os bebês?” O que eles responderam? Dependendo da sua idade e da personalidade deles, os seus pais ignoraram sua pergunta ou então ficaram sem jeito e lhe deram uma resposta breve.


Pode ser que eles lhe tenham contado uma história fantasiosa, que mais tarde você descobriu ser mentira. É claro que, para uma criança de preparar para a vida adulta e o casameno, em determinado momento ela terá de aprender sobre as maravilhas da reprodução humana. Assim como muitos pais relutam em falar de onde vêm os bebês, alguns cientistas relutam em considerar uma pergunta ainda mais importante: De onde se originou a vida?


Uma resposta confiável a essa pergunta pode afetar profundamente o modo como uma pessoa encara a vida. Então, como a vida começou? O que muitos cientistas afirmam?

Muitos cientistas que acreditam na evolução dizem que a vida começou nas margens de águas estagnadas ou nas profundezas dos oceanos há bilhões de anos. Supõem que substâncias químicas Amônia (NH3), Metano (CH4), Hidrogênio (H2) e vapor de água (H2O), se uniram espontaneamente nessas águas, formando estruturas semelhantes a bolhas, que por sua vez formaram moléculas complexas e passaram a se replicar (duplicar). Eles acreditam que toda a vida na Terra se originou por acaso de uma ou mais dessas primeiras células “simples”, denominadas coacervados.


Mas outros cientistas respeitados que também acreditam na evolução não concordam com isso. Supõem que as primeiras células, ou pelo menos seus principais componentes, vieram do espaço. Por que pensam dessa forma? Porque, apesar de grandes esforços, até agora os cientistas não conseguiram provar sua tese de que a vida pode ter surgido de moléculas sem vida.


Em 2008, o professor de biologia Alexandre Meinesz trouxe à atenção esse dilema. Ele declarou que ao longo dos últimos 50 anos não se encontrou “nenhuma evidência que apoie a hipótese do surgimento espontâneo de vida na Terra a partir de uma sopa molecular, e que nenhum avanço significativo no conhecimento científico leva nessa direção”.

O que as evidências indicam? A resposta à pergunta “De onde vêm os bebês?” é fato comprovado e indiscutível. Seres vivos surgem somente de outros seres vivos. Mas será que em algum momento no passado distante essa lei fundamental foi violada? A vida poderia ter realmente surgido por acaso de substâncias químicas sem vida? Quais são as chances de algo assim ter acontecido?


Pesquisadores concluíram que, para uma célula sobreviver, pelo menos três tipos de moléculas complexas precisam funcionar em conjunto: DNA (ácido desoxirribonucleico), RNA (ácido ribonucleico) e proteínas. Hoje, poucos cientistas afirmariam que uma célula viva completa se formou repentina e espontaneamente de uma mistura de substâncias químicas sem vida. Então, qual é a probabilidade de o RNA e as proteínas terem se formado por acaso?

Muitos cientistas acreditam que a vida pode ter surgido espontaneamente por causa de um experimento realizado pela primeira vez em 1953. Naquele ano, Stanley Miller conseguiu produzir alguns aminoácidos (os componentes químicos essenciais das proteínas) aplicando descargas elétricas em uma mistura de gases que se acreditava representar a atmosfera primitiva da Terra. Além disso, aminoácidos também foram encontrados em um meteorito. Será que essas descobertas indicam que todos os aminoácidos poderiam facilmente ter surgido por acaso?

“Alguns autores”, diz Robert Shapiro, professor emérito de química da Universidade de Nova York, “presumiram que todos os blocos de construção da vida (aminoácidos) poderiam ser formados com facilidade em experiências como a de Miller e estavam presentes em meteoritos. Mas não é o caso”.

Analisemos a molécula de RNA. Ela é constituída de moléculas menores chamadas nucleotídeos. Um nucleotídeo é uma molécula diferente de um aminoácido e é apenas um pouco mais complexa. Shapiro diz que “nenhum nucleotídeo de qualquer “tipo” foi apontado como produto das experiências com descarga elétrica ou em estudos de meteoritos”.

Ele ainda acrescenta que a probabilidade de uma molécula de RNA autorreplicadora se formar a partir da união aleatória de elementos químicos básicos “é tão diminuta que, se ocorresse mesmo uma única vez em qualquer ponto do Universo visível, representaria um exemplo de sorte excepcional”.

Que dizer das moléculas de proteína? Elas podem ser formadas de apenas 50 a até milhares de aminoácidos unidos numa sequência específica. Em uma célula “simples”, uma proteína funcional comum contém 200 aminoácidos.

Mesmo nessas células, há milhares de tipos de proteínas. A probabilidade de uma única proteína composta de apenas 100 aminoácidos se formar por acaso na Terra foi calculada em cerca de uma em 1 quatrilhão.


O pesquisador Hubert Yockey, que apoia a teoria da evolução, vai além. Ele diz: “É impossível que a vida tenha se originado apenas das proteínas.” O RNA é necessário para a fabricação de proteínas. Mas as proteínas também estão envolvidas na produção de RNA.

Digamos que tanto as proteínas como as moléculas de RNA tivessem aparecido por acaso no mesmo lugar e ao mesmo tempo, apesar de isso ser extremamente improvável, qual seria a probabilidade de elas interagirem para formar um tipo de vida autorreplicante e autossustentável?


“A probabilidade de isso acontecer por acaso (presumindo que houvesse uma mistura aleatória de proteínas e RNA) parece extremamente pequena”, diz a Dra. Carol Cleland, membro do Instituto de Astrobiologia da Nasa (Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço).


“Mesmo assim”, continua ela, “a maioria dos pesquisadores supõe que, visto que conseguem compreender a questão da produção independente de proteínas e RNA sob condições naturais primitivas, a questão da interação desses elementos se resolverá de algum modo”.


Em relação às atuais teorias sobre o surgimento espontâneo desses componentes básicos da vida, ela diz: “Ninguém conseguiu dar uma explicação satisfatória de como isso ocorreu.” Por que esses fatos são relevantes? Pense no desafio que enfrentam os pesquisadores que acreditam que a vida surgiu por acaso. Eles descobriram alguns aminoácidos que também estão presentes nas células vivas e, em seus laboratórios, produziram outras moléculas mais complexas por meio de experiências bem planejadas e controladas.

Com o tempo, eles esperam produzir todas as partes necessárias para formar uma célula “simples”. A situação deles pode ser comparada à de um cientista que reúne alguns elementos naturais, transforma-os em ferro, plástico, silicone e fios de metal e, por fim, constrói um robô. Daí o robô é programado para produzir cópias de si mesmo. Com isso, o que o cientista conseguiria provar? Na melhor das hipóteses, que um ser inteligente pode criar uma máquina impressionante.

De modo similar, se os cientistas conseguissem produzir uma célula, isso seria algo realmente fenomenal, mas provaria que uma célula pode surgir por acaso? No máximo, os cientistas conseguiriam provar o contrário, não concorda?

O que você acha? Todas as evidências científicas existentes indicam que seres vivos surgem somente de outros seres vivos. Acreditar que mesmo uma célula “simples” possa ter surgido por acaso de substâncias químicas sem vida exige uma enorme dose de fé.

Diante dos fatos, acha que faz sentido acreditar nessa teoria? Antes de responder, analisemos a estrutura de uma célula em citologia. Isso o ajudará a avaliar se as teorias sobre a origem da vida propostas por alguns cientistas são razoáveis ou se não passam de histórias fantasiosas, como as que alguns pais contam para explicar de onde vêm os bebês.

ANALISE OS FATOS

Fato: Todas as pesquisas científicas indicam que vida não pode surgir de matéria inanimada.

Pense no seguinte: Que base científica existe para a teoria de que a primeira célula surgiu de substâncias químicas sem vida?

Fato: Pesquisadores recriaram em laboratório as condições ambientais que, segundo eles, existiam na Terra primitiva. Nessas experiências, alguns cientistas conseguiram produzir certas moléculas encontradas em seres vivos.

Pense no seguinte: Se as substâncias químicas usadas nas experiências representam o ambiente primitivo da Terra, e se as moléculas produzidas representam os elementos básicos da vida, quem ou o que representa o cientista que realizou a experiência? Será que ele representa o acaso ou um ser inteligente?

Fato: As proteínas e as moléculas de RNA precisam trabalhar em conjunto para que uma célula possa sobreviver. Os cientistas admitem que é muito improvável que o RNA tenha se formado por acaso e que é ainda mais improvável que isso tenha acontecido sequer com uma única proteína. É praticamente impossível que o RNA e as proteínas tenham sido capazes de se formar por acaso no mesmo lugar e ao mesmo tempo e daí terem interagido.

Pense no seguinte: O que exige mais fé: acreditar que os milhões de partes complexas e organizadas de uma célula surgiram por acaso ou que a célula é produto de uma mente inteligente?

O mundo vivo: Organização e equilíbrio biológico

A terra abriga uma imensa variedade de seres vivos. A biodiversidade, termo usado para descrever o conjunto de espécies de seres vivos que povoam as inúmeras regiões do planeta, fascina os pesquisadores, cada vez mais preocupados em conhecer e preservar esse patrimônio biológico.

A biologia (do grego bios: vida; logos: estudo) abrange todo o conhecimento relativo aos seres vivos, procurando compreender e valorizar os mecanismos que regulam as atividades vitais que neles ocorrem e as relações que elas estabelecem entre si e com o ambiente em que vivem.

Assim, a Biologia procura contribuir para o desenvolvimento de uma mentalidade de respeito pela vida e, consequentemente, para uma integração cada vez maior do ser humano com a natureza. Nesse processo, estaremos cada vez mais capacitados para usufruir do meio ambiente sem destruí-lo ou degradá-lo.^

Os seres vivos e seus níveis de organização

Uma das maneiras de iniciar o curso de Biologia consiste em adquirir uma visão de como o mundo vivo se organiza, desde os níveis de organização mais simples até os mais complexos.

Da célula ao organismo

Os seres vivos, com exceção dos vírus são constituídos por unidades biológicas denominadas células. Existem organismos, como as bactérias, que se constituem de uma única célula, sendo por isso chamados de unicelulares. Outros como os seres humanos, apresentam uma infinidade de células e são chamados de pluricelulares.

Num organismo pluricelular, complexo e bastante organizado como o ser humano, é relativamente fácil perceber que as células podem se associar de maneira a desempenhar determinada função e constituir um tecido. O tecido epitelial de revestimento, por exemplo, recobre as superfícies do organismo, como ocorre no estômago, cuja cavidade interna ele reveste.

Vários tecidos, por sua vez, podem se agrupar formando um órgão. O estômago, por exemplo, além do epitélio de revestimento, é um órgão constituído de outros tipos de tecidos, como o tecido muscular, cuja capacidade contrátil determina o fluxo do bolo alimentar para o intestino.

Vários órgãos podem interagir, desempenhando uma determinada função no organismo, e formar um sistema. Na espécie humana, o sistema digestório, por exemplo, é basicamente formado pelos seguintes órgãos: boca, faringe, esôfago, estômago, intestino delgado e intestino grosso, além de órgão anexos, como as glândulas salivares, o fígado e o pâncreas.

Todos esses órgãos estão associados ao mecanismo de aproveitamento dos alimentos ingeridos. O conjunto de todos os sistemas (digestório, circulatório, excretor, respiratório, etc) constitui o organismo.

Do organismo à biosfera

Na natureza, um organismo não subsiste de forma isolada. Para sobreviver, os seres vivos estabelecem relações mais ou menos íntimas entre si e com o ambiente em que se encontram.

As onças que vivem na floresta, por exemplo, constituem um nível de organização chamado população. Assim, uma população é formada pelo conjunto de organismos da mesma espécie, que vive numa determinada área, na mesma unidade de tempo.

Vale ressaltar que a espécie pode ser conceituada como um grupo de organismos capazes de se cruzar, originando descendentes férteis. Organismos de espécies diferentes normalmente não geram descendentes; quando isso ocorre, os descendentes são estéreis; por exemplo:


Égua + Jumento = burro ou mula (jegue ou asno);

Cavalo + Jumenta = Bardoto (macho ou fêmea).

O cavalo e a égua são equinos (64 cromossomos), os jumentos e jumentas são asininos (62 cromossomos), já os burros e as mulas são muares, híbridos e estéreis devido à formação com 63 cromossomos, conferindo alterações na meiose, dificultando assim a viabilidade de reprodução.

Uma floresta, entretanto, não é constituída apenas de onças. Várias espécies interagem nesse ambiente. Considerando o conjunto de todas as populações que vivem na floresta, temos uma comunidade biológica.

Qualquer comunidade biológica depende, para sua sobrevivência, de fatores abióticos ou não vivas, que compreendem os componentes físicos e químicos do ambiente, como a temperatura, a umidade do ar e do solo e o grau de luminosidade, entre outros. Quando se consideram as interações estabelecidas pelos componentes do mundo vivo, entre si e com os diversos fatores abióticos, tem-se um nível de organização denominado ecossistema.

Logo, um ecossistema é uma unidade que compreende o conjunto das relações estabelecidas entre os componentes bióticos e com os fatores abióticos de uma determinada região.

Nosso planeta abriga diversos ecossistemas: florestas, campos, rios, lagos, mares, etc. O conjunto de todos os ecossistemas é chamado de biosfera, que pode ser concentrada como porção da Terra biologicamente habitada.

Assim, em ordem crescente de complexidade, podemos considerar os seguintes níveis de organização dos seres vivos:


Célula, tecido, órgão, sistema, organismo, população, comunidade, ecossistema e biosfera.

Os níveis de organização e o equilíbrio biológico

Nos mais diversos ambientes naturais da terra, os seres vivos normalmente estabelecem entre si e com o meio em que vivem um relacionamento que garante não apenas a sua sobrevivência, mas também a preservação dos recursos naturais disponíveis. É esta situação de estabilidade dos seres vivos entre si e com o ambiente que se denomina equilíbrio biológico.

Como vimos, o mundo vivo pode ser enfocado sob vários níveis de organização, da célula à biosfera. A interferência direta ou indireta em quaisquer desses níveis pode acarretar consequências desastrosas para o equilíbrio biológico. O extermínio de cobras numa determinada região, por exemplo, pode favorecer o desenvolvimento de uma superpopulação de ratos e outros roedores, que normalmente servem de alimento às cobras.

A superpopulação de roedores, por sua vez, pode determinar uma drástica redução na população de gramíneas e vegetais herbáceos da região. Esse fato, além de atingir as populações de herbívoros que se nutrem dessas plantas, pode deixar o solo desprotegido. Sem a cobertura de vegetais, o solo fica sujeito à erosão pela água das chuvas e com isso, o solo tende a ficar estéril, o que dificulta, ou mesmo impossibilita a recuperação vegetal na área.

As consequências de tal processo afetam as populações de animais, que, em última análise, têm nas plantas a sua fonte nutritiva.

Vida e energia

Os seres vivos estão sujeitos a um constante processo de desgaste natural. Assim, para que um ser vivo possa executar adequadamente as suas diversas funções vitais, é preciso compensar o desgaste natural do organismo, através de um contínuo suprimento de substâncias diversas contidas nos alimentos.

Uma das funções básicas dos alimentos é fornecer “matéria-prima” para a construção, o crescimento e a manutenção dos seres vivos. É através das substâncias contidas nos alimentos que novas células são produzidas, permitindo o crescimento e repondo aquelas que morrem.

Além da obtenção de matéria-prima, os seres vivos extraem dos alimentos a energia química acumulada em suas moléculas orgânicas. Essa energia é então empregada no desempenho de diversas atividades biológicas que constituem o trabalho celular. Por isso se diz que os alimentos atuam como “combustíveis”, pois fornecem às células a energia necessária para que ocorram as diversas funções vitais.

Como os alimentos são obtidos

De acordo com a maneira de obtenção dos alimentos, os seres vivos podem ser classificados em dois grandes grupos: autótrofos e heterótrofos.


Autótrofos: Também chamados de produtores, são os organismos capazes de sintetizar alimento a partir de energia e de substâncias inorgânicas simples. Os mais comuns se utilizam de energia luminosa e são chamados de fotossintetizantes; é o caso dos seres dotados de clorofila, um pigmento verde, capaz de absorver energia luminosa. Os organismos clorofilados compreendem certas bactérias, algas e as plantas.


Na fotossíntese, a partir de gás carbônico, água e energia luminosa, ocorre a produção de gás oxigênio e de substâncias orgânicas, representadas, por exemplo, por moléculas de glicose.

GÁS CARBÔNICO ÁGUA LUZ/CLOROFILA GLICOSE OXIGÊNIO

6 C02 + 6 H2O à C6H1206 + 6 O2

A fotossíntese é de fundamental importância para a manutenção do equilíbrio biológico da Terra. É através da matéria orgânica sintetizada nesse fenômeno que se garante a nutrição direta e indireta de praticamente todos os organismos vivos. Além disso, a fotossíntese consome gás carbônico e libera gás oxigênio, compensando, por exemplo, a atividade respiratória que, num processo inverso, consome gás oxigênio e libera gás carbônico; assim a fotossíntese contribui para manter mais ou menos constante a taxa desses gases nos mais diversos ecossistemas de nosso planeta.


Heterótrofos: Também chamados de consumidores, são os organismos incapazes de sintetizar o alimento necessário à própria sobrevivência. Vivem, portanto, da energia acumulada nos compostos orgânicos obtidos diretamente dos seres autótrofos ou de outros consumidores. É o caso dos animais e da maioria das bactérias, entre outros seres vivos.

O metabolismo e os processos de respiração celular

Denomina-se metabolismo ao conjunto dos mecanismos químicos que permitem à célula transformar e utilizar as substâncias adquiridas e sintetizadas. O termo metabolismo pode também indicar o conjunto das atividades químicas que se processam no organismo.

O processo de extração da energia contida nas moléculas orgânicas é denominado respiração celular. Para realizá-la as células podem ou não utilizar o gás oxigênio (O2). Quando o gás oxigênio é utilizado, a respiração é chamada de aeróbica, em caso contrário, fala-se em respiração anaeróbica.


De acordo com os diversos níveis de complexidade em que o mundo vivo se organiza, a Biologia apresenta várias subdivisões. As principais áreas são:


· Bioquímica ou citoquímica: estuda os componentes químicos da matéria viva e seus respectivos papéis biológicos.

· Citologia: estuda as estruturas que compõem a célula.

· Histologia: estuda o organismo e a função dos tecidos.

· Anatomia: estuda a forma e organização de órgãos e de sistemas.

· Fisiologia: estuda as funções de órgãos e de sistemas.

· Taxonomia: estuda a classificação dos organismos.

· Embriologia: estuda a formação e o desenvolvimento dos embriões.

· Genética: estuda as leis que regem a hereditariedade.

· Evolução: estuda as transformações ocorridas nos seres vivos ao longo das gerações.

· Ecologia: estuda as relações dos seres vivos entre si e com o ambiente em que vivem.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

A ORIGEM DA VIDA: cinco perguntas que merecem resposta. São Paulo: Associação Torre de Vigia de Bíblias e Tratados, 2010.


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